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COLETIVO ARTIKIN — quem somos

Toda terça-feira, às 17 horas, o Castelinho do Flamengo tem o Cine Castelinho: exibição de filmes que têm a ver com o nosso tema do mês. Nos meses de junho e julho, o tema é ESPORTE

A ENTRADA É FRANCA!

A história da famosa rota comercial que liga Oriente e Ocidente é tema do curso ministrado por Ney Amaral. A Rota da Seda, assim batizada no Século XIX pelo explorador alemão Ferdinand von Richthofen, consistia na reunião de diferentes rotas existentes há milhares de anos, conectando desde norte da China até as estepes europeias. A seda, objeto de desejo dos ricos e poderosos da Europa e do mundo árabe, da qual os chineses dominavam os segredos de fabricação, foi escolhida como símbolo do trajeto intercontinental, mas a diversidade de produtos e conhecimentos que transitaram por séculos nestas rotas promoveram imenso intercâmbio comercial e cultural, tão familiar à nossa visão contemporânea de rede e globalização. Venha participar dessa viagem pela história, conhecendo o início e o apogeu dessa rota milenar.

Com Ney Amaral, médico, empresário, fotógrafo, escritor e um viajante contumaz. Entre suas viagens está a Rota da Seda, caminho que também propiciou o registro de imagens deslumbrantes, boa parte delas acessíveis através das publicações Namastê Índia e Mongólia.

Quintas-Feiras, das 19h30 às 21h30.

R$ 180,00

Inscrições pelo site do Instituto. Informações: instituto.ling@institutoling.org.br

Ao longo do século 20, as explorações da forma e do espaço marcaram uma transformação radical nas práticas artísticas de tradição escultórica, caracterizando-a como a linguagem que mais se modificou no período. Ainda assim, dentro da historiografia da arte, a expressão tridimensional foi relegada à segundo plano em relação ao protagonismo da pintura.

Neste curso da Adelina Galeria, ministrado pela artista e arquiteta Tatiana Ferraz, estudaremos os principais aspectos da expressão tridimensional. Com o objetivo de detalhar os desdobramentos da escultura moderna e contemporânea ao longo da história da arte no Ocidente, as aulas serão estruturadas a partir de uma perspectiva atual, que considera o global e o local, as minorias e a diversidade.

Voltado a artistas, historiadores, pesquisadores, produtores, profissionais da área cultural, estudantes e ao público em geral interessado em artes.

PROGRAMA:

16/5 — A forma moderna e a autonomia da arte
23/5 — A abstração narrativa e a exploração espacial
30/5 — Formas de ready-made
06/6 — As colagens e as assemblages
13/6 — O campo ampliado
20/6 — Objetos específicos: o debate entre experiência e teatralidade
27/6 — Escultura como técnica x escultura como processo
04/7 — A linha orgânica e a teoria do não-objeto

QUEM IRÁ CONDUZIR?

Tatiana Ferraz é artista, arquiteta e professora universitária. Tem formação em Artes Plásticas pelo Instituto de Artes da UNESP e Arquitetura e Urbanismo pela Escola da Cidade. É mestre pela ECA-USP e Doutora pela FAU-USP. Desde 2016 é professora de Escultura do Curso de Artes Visuais da UFU. Como artista, trabalha na fronteira entre arte e arquitetura, com foco no meio urbano e na cidade contemporânea.

INFORMAÇÕES:

Início: 16 de maio de 2018 — quarta-feira
Duração do curso: 8 encontros — 16 horas/aula
Horário: quartas, das 19h30 às 21h30

INSCRIÇÕES:

https://www.sympla.com.br/tridimensionalidade-na-arte-moderna-e-contemporanea-com-tatiana-ferraz__249966

oi@adelinagaleria.com.br
(11) 3868-0050

Maio de 1968. A data é sinônimo de rebelião e de manifestação contra a opressão. Porém, mais do que um posicionamento político, o movimento promovido pela Internacional Situacionista se caracteriza por uma atitude artística em relação à realidade. O intuito dos situacionistas é ultrapassar as ações revolucionárias de vanguardas como o dadaísmo e o surrealismo, combatendo a sociedade do espetáculo e a ditadura do consumo.

Nesta palestra da Adelina Galeria, ministrada pela professora de história da arte Magnólia Costa, discutiremos a formação da Internacional Situacionista, suas conexões com as artes visuais e o programa político do movimento, segundo a teoria de Guy Debord.

QUEM IRÁ CONDUZIR?

Magnólia Costa é doutora em Filosofia pela Universidade de São Paulo, ensaísta, tradutora, crítica de arte, curadora e professora de história da arte. Leciona no Museu de Arte Moderna de São Paulo desde 2000, onde também atua como Relações Institucionais.

INFORMAÇÕES:

Início: 19 de maio de 2018 — sábado
Duração do curso: 1 encontro — 2 horas/aula
Horário: das 10h30 às 12h30

INSCRIÇÕES GRATUITAS:

oi@adelinagaleria.com.br
(11) 3868-0050

O que a coleção de Inverno 2007 da Balenciaga por Nicolas Ghesquière, tem a ver com revolução política? Qual o diálogo entre o pensador alemão Walter Benjamin, e a coleção Mondrian de 1965 de Yves Saint Laurent? Como é possível relacionar a estreia da Comme des Garçons na Paris da década de 80 com a Queda do Muro de Berlim?

A atual tendência da moda sem gêneros encontra consonâncias nas ideias de Judith Butler, Friedrich Nietzsche e do poeta francês Charles Baudelaire? Com Elsa Schiaparelli, Salvador Dali e Giacomo Balla, moda pode ser arte?

Neste curso da Adelina Galeria, as conexões entre Moda, Arte e Filosofia são investigadas pelo pesquisador Brunno Almeida Maia por meio de uma leitura interdisciplinar do espírito do nosso tempo. Partindo dos escritos do filósofo, ensaísta e crítico alemão Walter Benjamin (1892-1940), sobre a Moda e as roupas, no contexto do capitalismo cultural do século XIX, o curso propõe uma leitura do momento atual.

Por meio da filosofia, da história, da história da arte, da fotografia, do cinema e da literatura, o objetivo do encontro é transformar o olhar – muitas vezes intuitivo e sem apuro metodológico – para a relação entre a Moda e a História, entendendo o passado como uma potência para a prospecção – futuro – na criação.

PROGRAMA:

10/5 — Moda e História: Os primeiros estudos sobre Moda; Breves conceituações; O que é o contemporâneo?; Moda e capitalismo cultural em Walter Benjamin; Duas metodologias – a arqueologia e a cartografia (YSL, Balenciaga e Alexandre Herchcovitch).

17/5 — Moda e Memória: “O casaco de Marx” – roupas e memória; A moda e o processo revolucionário; Primo Levi e Christian Boltanski – roupa e testemunho a partir de Auschwitz; As roupas sob o ponto de vista da crítica literária feminista da década de 80/90; Narrar e Tecer – De Marina Colasanti a Penélope da “Odisséia” de Homero.

24/5 — Moda e Imagem: O estatuto ontológico da imagem no ocidente; Breve história da percepção no ocidente; A fotografia no século XIX; Conceituações sobre fotografia de moda; Imagem e Imaginário na fotografia de Moda; Alguns mestres da fotografia de moda: Virginia Oldoini, a Condessa Castiglione, De Meyer, Steichen, Hoyningen-Huene, Horts, Man Ray, Blumenfeld, Cecil Beaton, Munkasci, Penn e Avedon, David Bailey, Hiro, William Klein, Bob Richardson, Diane Arbus, Helmut Newton, Bruce Weber, Herb Ritts, Oliviero Toscani, LaChapelle, Steven Meisel, Juergen Teller, entre outros.

07/6 — Moda e Narrativa: O que é narração?; Moda e Linguagem; Relação entre Literatura e Moda; Um passeio por autores como Virginia Woolf, Marcel Proust, Honoré de Balzac, Émile Zola, Gustave Flaubert, Machado de Assis e José de Alencar; O trabalho da artista plástica belga Isabelle de Borchgrave e um diálogo com a coleção “A Costura do Invisível” de Jum Nakao.

14/6 — Moda e Arte: Aproximações e distanciamentos entre Moda e Arte; Diálogos entre a Moda e Arte – Do Impressionismo do séc. XIX às vanguardas artísticas do séc. XX; Moda e Surrealismo; Moda e Futurismo; A Moda como estética da existência (Gilda de Mello e Souza, Gilles Lipovetsky e Michel Foucault); Passeio pelas obras de Hélio Oiticica, Issey Miyake e Arthur Bispo do Rosário.

21/6 — Moda e Corpo: A moda e o corpo como linguagens; Introdução à História do Belo no Ocidente – Três fases: Antiguidade Clássica Greco-romana (Madeleine Vionnet); Idade Média (Christian Lacroix); Idade Moderna (Christian Dior); Modernidade (Japonismo e Belgas); Reinvenção das formas do corpo nos artistas modernistas, e o diálogo com o trabalho da Escola da Antuérpia e dos estilistas japoneses; 1990 – A década de Opostos; Sobre o Agender – Nietzsche, Charles Baudelaire, Simone de Beauvoir, Judith Butler; Estilistas e marcas contemporâneas que abordam o Agender (Moda sem gêneros).

QUEM IRÁ CONDUZIR?

Brunno Almeida Maia — Pesquisador em Filosofia pela UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo), pesquisador residente do NECMIS (Núcleo de Estudos Contemporâneos do MIS – Museu da Imagem e Som), docente da cadeira “Expressões Artísticas Contemporâneas”, no Técnico de Produção de Moda do SENAC Lapa, professor convidado do Departamento de Pós-Graduação, Extensão e Cursos Livres da FAAP – Fundação Armando Alvares Penteado e do Centro Universitário Belas Artes, ministrou aulas sobre a relação entre a literatura e a moda ao lado do estilista brasileiro Walter Rodrigues e do chapeleiro Eduardo Laurino, em espaços como Oficinas Culturais Oswald de Andrade, Oficina Cultural Casa Mário de Andrade, Sesc Consolação, Sesc Pompéia, Sesc Ipiranga, CPF – Centro de Pesquisa e Formação do Sesc, Sesc Jundiaí, Casa da Palavra Mário Quintana, em Santo André (SP), Oficina Cultural Hilda Hilst, em Campinas (SP), Galera AMDO, em Belo Horizonte (MG), Biblioteca Mário de Andrade, Fábricas de Cultura, Biblioteca Pública Pedro Nava, Escola São Paulo. É autor do livro “O Teatro de Brunno Almeida Maia” (Editora Giostri, 2014), assina capítulo sobre a relação entre a literatura e a moda no romance Lucíola (1862) de José de Alencar no livro “Moda Vestimenta Corpo” (Editora Estação das Letras e Cores, 2015), e é um dos autores da antologia “São Paulo em Palavras” (Editora Aquarela Brasileira, 2017). Foi facilitador pedagógico do módulo I de formação em Cidadania e Direitos Humanos do Programa “Transcidadania”, uma iniciativa da Prefeitura Municipal de São Paulo, com a CADS (Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual) e Centro de Cidadania LGBT SP.

INFORMAÇÕES:

Início: 10 de maio de 2018 — quinta-feira
Duração do curso: 6 encontros — 15 horas/aula
Horário: quintas-feiras, das 19h30 às 22h

INSCRIÇÕES:

https://www.sympla.com.br/moda-filosofia-e-arte-dialogos-contemporaneos-com-brunno-almeida-maia__249959

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De que maneira a História da Moda se relaciona com a História da Arte? Quais as influências que a moda codifica a partir da produção artística?

Neste curso da Adelina Galeria, ministrado pelo estilista e professor Lorenzo Merlino, estudaremos as inter-relações entre Moda e Arte a partir do contexto histórico, social, político e econômico, desde a era Medieval até o período contemporâneo.

O curso propõe uma análise crítica e cronológica para abordar os diversos movimentos artísticos, explanados à luz das artes e das vestimentas de cada época.

PROGRAMA:

15/5 — A Moda através da História da Arte; Silhueta e sua definição; Tipos de costume; Pré-História, símbolo e representação; Antiguidade, Egito, Mesopotâmia, Creta, Grécia, Roma; Era Medieval, Antiguidade Tardia, Bizâncio, Carolíngio, Românico e Gótico.

22/5 — Fim da Era Medieval; Renascimento e a diferenciação dos sexos; Maneirismo, o início do conflito; Barroco, o Feminino no Masculino; Atributos sexuais, virilidade e submissão; A posição da mulher na sociedade, evolução e retração.

5/6 — Rococó; Aristocracia e Burguesia, ousadia e conservadorismo; A Academia e o Moderno; Deformação do corpo e construção de silhueta; A disseminação da roupa; Artistas e individualizações, germes de uma revolução.

12/6 — O longo Século XIX; Neoclassicismo, Romantismo, Realismo; Impressionismo; Pós-Impressionismo e Neo-Impressionismo; O Simbolismo e os Pré-Rafaelitas; 
A aceleração do tempo e da Moda.

26/6 — Século XX e o surgimento dos sistemas de Moda; As Vanguardas artísticas; A Alta-Costura e o prêt-à-porter; A Moda e seus sistemas; As primeiras relações diretas com a Arte; Globalização, internet, fast fashion; Arte Contemporânea – Koons, Murakami, Hirst, Beecroft e outros; O futuro da Moda e o futuro da Arte.

QUEM IRÁ CONDUZIR?

Lorenzo Merlino é pós-graduado em História da Arte pela FAAP e mestrando em História da Arte pela UNICAMP, foi nomeado em 2016 embaixador de Flandres para as Artes e a Moda no Brasil. Professor na FAAP, colabora ministrando cursos no MASP, no MAM, na Casa do Saber, na Unibes Cultural, na FASM, nas Faculdades Rio Branco e no SESC. Com mais de 20 anos de experiência no mundo da moda, colaborou para fundar a Semana de Moda e integrou por seis anos o SPFW. Licenciou seu nome para diversas marcas como Havaianas, Nike, Rainha, Le Postiche, Vizzano, Diadora, Speedo, Grendene, VR, Riachuelo e Chilli Beans.

INFORMAÇÕES:

Início: 15 de maio de 2018 — terça-feira
Duração do curso: cinco encontros (10 horas/aula)
Horário: terças, das 20h às 22h

INSCRIÇÕES:

https://www.sympla.com.br/historia-da-arte-e-suas-relacoes-com-a-moda-com-lorenzo-merlino__249960

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De que maneira a arte, o comportamento, a produção audiovisual e a literatura se relacionam com a filosofia? Como os conceitos filosóficos — dos antigos Platão e Aristóteles aos modernos Kant, Nietzsche, Benjamin e Adorno — se associam às expressões criativas da nossa época?

Neste curso da Adelina Galeria, transitaremos pela história da filosofia para explorar aquilo que entendemos como “contemporâneo”, em especial quando remetido à produção cultural e de conteúdo nos âmbitos da arte, do cinema, da literatura e da história.

Além da bibliografia específica sobre cada tema tratado, o curso oferece indicações de obras literárias, filmes e séries de TV que se apropriem do repertório filosófico abordado. Não há pré-requisitos para compreensão das aulas.

PROGRAMA:

04/4 — Arte Conceitual, Platão e o Belo (que não se encontra e nem pode estar na arte)

Em Platão, toda ideia é bela, boa, justa e verdadeira. Tudo o que vemos e sentimos são meras cópias dessas ideias. Nada de novo ocorreu nas descobertas ou invenções que costumam causar surpresa ou admiração: Steve Jobs somente alcançou o conceito do iPhone, que já era presente desde o século V a.C., época de Platão. Para esse filósofo, os artistas deveriam ser banidos de uma sociedade ideal uma vez que fazem cópias das cópias. O que Platão veria então na Arte Conceitual? Platão e Duchamp se entenderiam?

11/4 — As linguagens artísticas exigem domínio e habilidade? O que Aristóteles diria sobre isso?

Poética é o nome que nos vem à mente quando queremos perceber, refletir e conhecer o que artistas levam em consideração quando pesquisam materiais, espaços expositivos, quando se detêm nas cores e pigmentos ou então nos traços, nas linhas e no desenho. Quem grafita, pinta, grava, fotografa ou faz performance, tem uma poética. Poética é um conceito que foi criado pelo filósofo Aristóteles para explicar e entender como uma peça de teatro conseguia atrair a atenção de tantas pessoas.

18/4 — O que é a beleza e por que ela nos atrai? O gosto se discute em Kant.

Haveria aproximação entre o que entendemos que é exatamente certo — como resultados matemáticos —, o que é bom — como nos juízos morais — e o que é belo? Se não, por que o que entendemos que é belo, costuma nos envolver tanto, nos emocionar e nos sensibilizar? Mas o que entendo que é belo para mim, valerá para todos? Esse são os temas da Estética – sentir pelos sentidos – kantiana. O que ainda resiste dessa abordagem no contemporâneo?

25/4 — Como identificar o niilismo no Contemporâneo através da literatura e do cinema.

Relativismo é o nome que damos à ausência de possibilidade de diferenciar o bem do mal, o que se entende que é certo, do errado, o que achamos que é belo do que se entende que não é. Essa percepção está muito próxima daquela apontada por Nietzsche no conceito de niilismo – de nihil, nada em latim. O niilismo está presente nas narrativas do contemporâneo, seja no cinema, na literatura, nas séries de TV ou na arte.

02/5 — A cultura resiste ao mercado ou iremos consumir arte como hambúrgueres ou pizzas?

Commodities é o nome que o mercado dá à soja, ao arroz, ao milho ou à carne de boi. Não nos alimentamos de commodities, mas esse alimentos chegam à nossa mesa mediados pelo mercado e por isso, às vezes estão caros, às vezes não. Arte é o que nos agrada, nos sensibiliza, nos envolve e nos arrepia. A arte como uma commoditie nada mais é do que uma carteira de investimento. O envolvimento na arte resiste a isto? Walter Benjamin e Theodor Adorno, no século passado, e muitos no contemporâneo, pensam que não.

09/5 — Como chegamos ao Contemporâneo? Como ajustar o GPS para compreender o que acontece na atualidade?

Moderno como um adjetivo pode ser considerado algo que ficou em algum momento da década de 1970. Atitudes e comportamentos que chocavam ou que causavam estranhamento e que pareciam colocar o artista numa condição de precursor não são mais achadas no contemporâneo. A origem desse sentimento está numa discussão sobre o que se acreditou ser a pós-modernidade.

QUEM IRÁ CONDUZIR?

Fernando Amed, Doutor em História pela FFLCH da Universidade de São Paulo. Professor Titular da Faculdade de Comunicação da Faap e do Professor do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Organizador e professor do curso de História da Arte no Museu da Imagem e do Som (Mis) de São Paulo Coautor do livro, A História dos Tributos do Brasil (duas edições, 2001 e 2012) e autor de As cartas de Capistrano de Abreu: sociabilidade e vida literária na Belle Epoque carioca (2006) e Thomas Sowell: da obrigação moral de ser cético (2015). Seus principais objetos de estudo se concentram na análise do contemporâneo, estabelecendo um diálogo entre história, arte e estética, filosofia e literatura. Pesquisa, leciona e orienta nas áreas da história da arte, estética e filosofia.

INFORMAÇÕES:

Início: 4 de abril de 2018 — quarta-feira
Duração do curso: 6 encontros — 12 horas/aula
Horário: quartas, das 20h às 22h

INSCRIÇÕES:

https://www.sympla.com.br/contemporaneo-na-arte-filosofia-historia-e-literatura-com-fernando-amed__249953

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A palestra aborda a história das artistas mulheres no Brasil, com o objetivo de debater a inserção, a produção e o registro da produção de artistas que atuaram no final do século 19 e primeiras décadas do 20.

Quem foram as artistas que, mesmo antes da Semana de 22, estavam presentes e produzindo arte? Nesta aula, com duração de 4 horas, a historiadora da arte Rosane Vargas reflete sobre a produção artística desfocada dos cânones dos chamados “gênios”, que narram uma história da arte na qual as mulheres foram preteridas.

Voltado ao público interessado nos temas arte e gênero, arte e formação em artes no Brasil no século XIX e primeiras décadas do século XX, com ênfase na artistas mulheres.

PROGRAMA:

a) História das mulheres: o apagamento da participação feminina na história e na história da arte;

b) Educação: das primeiras letras à formação em artes, um ingresso tardio; diferenças entre a formação de homens e mulheres; as dificuldades de acesso;

c) Profissionalização: a busca das artistas mulheres, no século XIX e início do XX, por direito a formação, reconhecimento e profissionalização; a insistência da crítica e das instituições em chamá-las de amadoras; carreira e família;

d) Estudos de caso: Escola Nacional de Belas (RJ), final do século XIX e início do XX; Escola de Artes do Rio Grande do Sul, primeiras décadas do século XX.

QUEM IRÁ CONDUZIR?

Rosane Vargas é historiadora da arte e jornalista. Mestranda em História, Teoria e Crítica da Arte (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Pesquisa arte e gênero; história da arte e memória; memória e exclusões na historiografia da arte, com ênfase para as artistas mulheres; arte no Rio Grande do Sul no século XIX e primeira metade do XX.

INFORMAÇÕES:

Início: 12 de maio de 2018 — sábado
Duração do curso: 1 encontro — 4 horas/aula
Horário: das 13h às 17h

INSCRIÇÕES:

https://www.sympla.com.br/talk-brasil-e-as-mulheres-na-historia-da-arte__249970

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Os negros se destacam na formação social, cultural e econômica do Brasil desde o século XVI, em diversas áreas do conhecimento e das artes. Entretanto, apenas com a chegada do século XX, os aportes e influências africanos passaram a se tornar mais presentes nos campos de pesquisas dos meios culturais e acadêmicos.

A partir da investigação da memória afro-brasileira, o antropólogo Hélio Menezes abordará neste curso o papel fundamental que os africanos e seus descendentes desempenharam, por meio do campo artístico, na construção da identidade e cultura nacionais, e elucidará uma possível reformulação de questões pertinentes à História da Arte no Brasil.

A reflexão será feita com apresentação de um panorama que compreende a produção de artistas negros do século 18 à contemporaneidade. Busca-se, assim, investigar a imagem dos afrodescendentes e seu protagonismo em um meio das artes predominantemente ocupado por artistas brancos.

PROGRAMA:

02/5 — O negro e sua representação na arte e cultura visual brasileira
O módulo propõe um debate sobre a representação de negros na arte feita no Brasil, a força das imagens na criação de convenções, estereótipos visuais e retóricas de exotismo.

09/5 — Alguns antecedentes: artistas afro-brasileiros dos séculos XIX e começo do XX
Apresentação de importantes artistas afro-brasileiros atuantes nas artes plásticas no Brasil nos séculos XIX e começo do XX. Entre eles, os irmãos Timótheo da Costa, integrantes da Escola Nacional de Belas Artes – Enba.

16/5 — O negro na arte contemporânea brasileira
Neste módulo, trataremos da produção atual de Arte Afro-brasileira, os principais temas e desafios que permeiam os processos criativos de artistas negros no cenário contemporâneo, envolvendo questões de desigualdades sociais e raciais e de reescrita da história.

23/5 — O papel das instituições culturais no fortalecimento da arte afro-brasileira
Aqui, serão apresentadas algumas exposições emblemáticas sobre o tema e os contextos por trás da fundação de instituições como o Museu Afro Brasil, em São Paulo, e a importância desses equipamentos culturais para a construção da História da Arte Afro-brasileira.

QUEM IRÁ CONDUZIR?

Hélio Menezes — Mestre e Doutorando em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP). Bacharel em Relações Internacionais e em Ciências Sociais pela mesma universidade, onde atua como pesquisador do Núcleo de Estudos dos Marcadores Sociais da Diferença (NUMAS-USP). Desenvolve pesquisas sobre arte afro-brasileira, antropologia da imagem, museus, arte e ativismo em artigos e cursos em instituições como o MASP.

Curador convidado: Deri Andrade — Graduado em Jornalismo pela Universidade Tiradentes, pós-graduando em Cultura, Educação e Relações Étnico-Raciais pelo CELACC USP – Centro de Estudos Latino Americanos sobre Cultura e Comunicação. É pesquisador de Arte Afro-brasileira e idealizador do Projeto Afro, plataforma online de mapeamento de artistas afro-brasileiros.

INFORMAÇÕES:

Início: 02 de maio de 2018 — quarta-feira
Duração do curso: 4 encontros — 10 horas/aula
Horário: quartas-feiras, das 19h30 às 22h

INSCRIÇÕES:

https://www.sympla.com.br/arte-e-memoria-negra-com-helio-menezes__253548

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Quais as características da linguagem poética na história literária do Ocidente? Como apreciar, de modo sensível e consciente, a beleza, a densidade e a variedade da tradição poética? O curso mescla exercícios práticos de leitura, análise e fruição de poemas a exposições teóricas, em que se esclarece o conceito de poesia em momentos importantes da cultura, desde suas primeiras manifestações na Grécia antiga e em Roma, chegando até ao Renascimento, ao Romantismo e às origens da cultura moderna e contemporânea.

Serão lidos trechos selecionados dos maiores poetas da língua portuguesa, como Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade e Luís de Camões. Também são lidos, em tradução e por vezes com o cotejo do original, momentos de grandes clássicos da poesia universal, como Homero, Safo, Horácio, Shakespeare, Baudelaire, Mallarmé. No encerramento, um debate sobre alguns dos novos caminhos da poesia abertos por autores do Modernismo e das vanguardas do século 20.

Este curso tem caráter introdutório e não exige conhecimentos ou pré-requisitos. Ele é voltado a todas as pessoas que se interessam por Literatura e pela Arte, especialmente aos que se encantam pela poesia, seja como leitores ou como escritores, mas sentem dificuldades em sua compreensão e desejam, assim, conhecer instrumentos de apreciação e análise literária.

PROGRAMA:

21/3 — Poesia e prosa: revendo uma distinção
O conceito grego de poesia. Os conceitos latinos de literatura, verso e prosa. Uma contribuição da linguística moderna: a “função poética” da linguagem, segundo Roman Jakobson. Leituras principais: excertos de Homero, Horácio, Jorge Luis Borges, Carlos Drummond de Andrade.

28/3 — Algumas modalidades da poesia
A poesia lírica, épica e dramática na cultura grega. A Arte Poética de Aristóteles. A poesia musical (melopeia), visual (fanopeia) e intelectual (logopeia), segundo Ezra Pound. Leituras principais: excertos de Safo, Shakespeare, Camões, João Cabral de Melo Neto.

04/4 — Cultura oral e escrita na poesia
Poesia e cultura oral: do aedo grego ao trovador medieval. Influências e transformações da cultura escrita. Leituras principais: excertos de Homero, Píndaro, Martin Codax, Fernando Pessoa.

11/4 — Poesia e música: algumas relações
Algumas relações estéticas entre a poesia e a música. Versificação: metros, pés e ritmos. O conceito de “poesia pura” e sua relação com a música na poética do simbolismo e do pós-simbolismo. Leituras principais: excertos de Gonçalves Dias, Paul Verlaine, Stéphane Mallarmé, Paul Valéry.

18/4 — Alguns caminhos da poesia moderna
A revolução romântica, simbolista e modernista. O verso polimétrico, o verso livre, a crise do verso. Alguns caminhos e impasses das vanguardas poéticas no século XX. Leituras principais: excertos de Baudelaire, Mallarmé, Ezra Pound, Augusto de Campos, entre outros.

QUEM IRÁ CONDUZIR?

Rogério Hafez é professor de cursos livres, ensaísta, tradutor, consultor editorial e autor de obras didáticas de literatura portuguesa e brasileira. Foi professor de Grego Clássico no Instituto de Estudos da Linguagem, da UNICAMP. Formou-se em Letras pela USP (Português e Grego Clássico) e fez estudos de pós-graduação em Literatura Grega pela USP e pela Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais (EHESS), de Paris. Publicou obras didáticas sobre Fernando Pessoa, Gregório de Matos, Castro Alves, Eça de Queirós, José Lins do Rego e Rubem Braga, entre outros autores. Publicou também ensaios sobre teoria literária e filosofia na Revista USP, diversos artigos sobre literatura na Folha de São Paulo e traduções do grego, do inglês e do francês. Ministra cursos de literatura em diversas instituições, como a Casa do Saber, a Associação Palas Athena e o Centro de Pesquisa e Formação do SESC. Seus cursos abordam grandes autores portugueses e brasileiros, como Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade, Machado de Assis e Luís de Camões.

INFORMAÇÕES:

Início: 21 de março de 2018 — quarta-feira
Duração do curso: 5 encontros de 2h30min
Horário: quartas-feiras, das 19h30 às 22h

INSCRIÇÕES:

https://www.sympla.com.br/a-linguagem-da-poesia—introducao-a-historia-do-texto-literario-e-da-poesia-com-rogerio-hafez__249964

oi@adelinagaleria.com.br
(11) 3868-0050.

Convidados:

Felipe Hess é arquiteto, considerado um dos maiores talentos de sua geração. Formado em 2007 pela Escola da Cidade, fundou em 2012 o escritório que leva seu nome, após contribuir com escritórios internacionalmente reconhecidos, como Triplique Architecture e Isay Seinfeld. O escritório já realizou projetos de galerias de arte e diversas residências de colecionadores.

Georgia Lobacheff é consultora de arte, tem mestrado em Curadoria e Arte Contemporânea pelo Bard College de Nova York, e estudou Artes Plásticas e Jornalismo. Atuou no grupo O Estado de São Paulo fazendo a cobertura de artes visuais durante a década de 1990, trabalhou no MoMA e no Queens Museum, em Nova York, e em galerias e em diversas instituições culturais públicas e privadas em São Paulo, entre as quais Brasil Conects, Secretaria Municipal de Cultura, Espaço Porto Seguro de Fotografia, MAM São Paulo, etc

Início: 24 de outubro (terça-feira)
Duração do curso: um encontro (3 horas)
Horário: terça-feira, das 17h às 20h.
Local e endereço: Adelina Galeria (Rua Cardoso de Almeida, 1285, Perdizes – 2º andar).
Estacionamento conveniado: 25% de desconto para visitantes Adelina Galeria ( rua Caiubi 308 )
Investimento: R$ 100,00 ( meia entrada para estudantes e idosos )
Vagas: limitadas ( abrir 40 vagas )
Formas de pagamento: transferência bancária ou cartão de crédito. ( 2x no cartão de crédito, parcela mínima R$ 50,00)
Importante: inscrições até o dia 23 de outubro.

Julie Belfer nasceu na Holanda, formou-se em Artes Plásticas em Boston, atuou no Museu de Arte Moderna de São Paulo. É Consultora de Arte e atua como uma ponte entre arte e o público com foco em conteúdo, aproximação e responsabilidade. Atendeu, entre outros, o banqueiro David Rockefeller, o bailarino Mikhail Baryshnikov, o estilista Kenzo e o, na época, ministro da cultura Gilberto Gil. Tem um boletim que vai ao ar diariamente na rádio Jovem Pan, 620AM.

Início: 19 de outubro (quinta-feira)
Duração do curso: um encontro (3 horas)
Horário: terça-feira, das 19h às 22h.
Local e endereço: Adelina Galeria (Rua Cardoso de Almeida, 1285, Perdizes – 2º andar).
Estacionamento conveniado: 25% de desconto para visitantes Adelina Galeria ( rua Caiubi 308 )
Investimento: R$ 100,00 ( meia entrada para estudantes e idosos )
Vagas: limitadas ( abrir 40 vagas )
Formas de pagamento: transferência bancária ou cartão de crédito. ( 2x no cartão de crédito, parcela mínima R$ 50,00)
Importante: inscrições até o dia 18 de setembro.

Convidados:

Aloisio Cravo tem mais de 30 anos de experiência no mercado de arte. Atua como leiloeiro desde 1990, tendo sido o primeiro no Brasil a trabalhar com arte contemporânea. Reconhecido atualmente como uma referência no mercado de arte brasileiro, participa ativamente de projetos de diversas instituições culturais e beneficentes, entre os quais o Comitê de Seleção da PARTE Feira de Arte Contemporânea.

Daniel Sève Duvivier é consultora de arte há 10 anos, ajudando clientes a comprar e vender obras de arte e montar coleções particulares. Escreve para diversos veículos e ministra cursos sobre arte contemporânea. Foi representante da carioca Galeria Ipanema em São Paulo até mudar-se para Nova York, onde trabalhou no LatinCollector e no departamento de fotografia do MoMA.

Fabio Luchetti é formado em Administração de Empresas e especializado em Museologia, Curadoria e Colecionismo pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Fez atualização profissional em Alta Performance em Liderança (Madrid) e na Adigo (São Paulo), onde teve contato com a Antroposofia e arquétipos que acompanham seu estilo de gestão. Fundou a Adelina Galeria em 2017, galeria de arte contemporânea que nasce como um espaço para comercializar, produzir, conviver, pesquisar e falar sobre arte, buscando ampliar seus diálogos, suas possibilidades e seus públicos.

Início: 18 de outubro (quarta-feira)
Duração do curso: um encontro (3 horas)
Horário: terça-feira, das 19h às 22h.
Local e endereço: Adelina Galeria (Rua Cardoso de Almeida, 1285, Perdizes – 2º andar).
Estacionamento conveniado: 25% de desconto para visitantes Adelina Galeria ( rua Caiubi 308 )
Investimento: R$ 100,00 ( meia entrada para estudantes e idosos )
Vagas: 40
Formas de pagamento: transferência bancária ou cartão de crédito. ( 2x no cartão de crédito, parcela mínima R$ 50,00)
Importante: inscrições até o dia 17 de setembro.

O artista Rodrigo Linhares estará no Ateliê Adelina para receber o público, apresentar seus processos de pesquisa e trabalhos desenvolvidos para a exposição “Algorab”.

Datas e horários: todos os sábados de outubro (07, 14, 21 e 28/10), das 11h às 15h.

Local: Ateliê Adelina (Rua Cardoso de Almeida, 1372, Perdizes)

A visitação é livre nos horários determinados e não é necessário agendamento prévio.

O artista Rodrigo Linhares estará no Ateliê Adelina para receber o público, apresentar seus processos de pesquisa e trabalhos desenvolvidos para a exposição “Algorab”.

Datas e horários: todos os sábados de outubro (07, 14, 21 e 28/10), das 11h às 15h.

Local: Ateliê Adelina (Rua Cardoso de Almeida, 1372, Perdizes)

A visitação é livre nos horários determinados e não é necessário agendamento prévio.

O artista Rodrigo Linhares estará no Ateliê Adelina para receber o público, apresentar seus processos de pesquisa e trabalhos desenvolvidos para a exposição “Algorab”.

Datas e horários: todos os sábados de outubro (07, 14, 21 e 28/10), das 11h às 15h.

Local: Ateliê Adelina (Rua Cardoso de Almeida, 1372, Perdizes)

A visitação é livre nos horários determinados e não é necessário agendamento prévio.

Nessa oficina de autorretrato, Rodrigo Linhares ensina ao público a técnica do desenho lavado no ateliê da Adelina Galeria.

21/10 (sábado), às 15h.
Ateliê Adelina (Rua Cardoso de Almeida, 1372, Perdizes)

As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas. Inscrições pelo e-mail: oi@adelinagaleria.com.br

Rodrigo Linhares e Nathalia Lavigne conversam com o público sobre o processo de criação e curadoria da mostra “Algorab”.

28/10 (sábado), às 16h.
Adelina Galeria (Rua Cardoso de Almeida, 1285, Perdizes)

As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas. Inscrições pelo e-mail: oi@adelinagaleria.com.br

A evolução da fotografia desde os seus primórdios aos dias atuais, quando ela protagoniza por sua capacidade de transformar a realidade.

Com Lucia Santaella, pesquisadora e professora titular na pós-graduação em Comunicação e Semiótica e na pós-graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital (PUCSP); e Daniela Bousso, curadora, crítica de artes visuais e pensadora.

De 11 a 20 de Abril de 2017
Terça e quinta, 17h às 19h30

Investimento: R$ 400,00

Inscrições pelo email casaselect423@gmail.com
A/C de Mônica Saraiva e Marcelo Rainho

Vagas limitadas (20).

A fim de desenvolver a consciência dos discursos visuais, o curso abordará questões como o suporte, possibilidades de significações dos materiais, construções, entre outros. Serão desenvolvidos exercícios específicos e os materiais devem ser trazidos pelos participantes.

Com Artur Lescher, escultor.

De 27 de março a 17 de Abril de 2017
Segunda, 17h às 19h30

Investimento: R$ 400,00

Inscrições pelo email casaselect423@gmail.com
A/C de Mônica Saraiva e Marcelo Rainho

Vagas limitadas (15).

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