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  • Como nas gravuras rupestres (pré-história), o graffiti contemporâneo propõe a apropriação do espaço através da criação de imagens, frases e monogramas estilizados (tags) em espaços públicos. Como movimento artístico, ganhou visibilidade em muros e vagões de metrô a partir da década de 1970 em Nova Iorque (EUA), com Keith Haring e Jean-Michel Basquiat e, no Brasil, com Alex Vallauri. Associado à uma prática marginalizada, o graffiti vem sendo incorporado pelo sistema artístico com mostras em galerias e museus de grafiteiros como os brasileiros Osgemeos. Contudo, ainda há atritos quanto ao que se considera graffiti e as diferenças com relação ao pixo, prática menos aceita socialmente. Hoje, eles integram a chamada arte urbana (street art) e se utilizam de giz, tintas em spray, rolinho, pincel e estêncil, entre outros.